Tipos de investimentos: tudo que você precisa saber para não errar na hora de investir no mercado imobiliário

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1. Introdução

Aumentar o capital é algo que todos desejam, afinal, quem não quer ganhar mais dinheiro? No entanto, para não cometer erros, é preciso conhecer os tipos de investimento que existem para escolher aquele que mais combina com o seu perfil.

Saber utilizar o dinheiro de maneira inteligente pode fazer com que você alcance excelentes resultados ao direcionar seus recursos em algo seguro, como o investimento no mercado imobiliário, que, em geral, apresenta boa rentabilidade.

Se deseja conhecer mais sobre o tema, acompanhe este post, pois vamos apresentar diversas dicas para você não errar na hora de investir no mercado imobiliário. Confira!

2. Como funcionam os investimentos?

Investir significa aplicar seu dinheiro com a expectativa de um benefício futuro. Assim, o investimento só é considerado produtivo nos casos em que a taxa de lucro sobre o capital fica acima ou, ao menos, se iguala à de juros, ou quando os ganhos são maiores ou equivalentes ao valor investido.

No entanto, o que muitas pessoas não sabem é que deixar o dinheiro na poupança apresenta diversas desvantagens, já que, atualmente, seu rendimento não é somente baixo, mas também menor que a inflação. Por isso, quem investe seu capital nessa modalidade perde a oportunidade de valorizar seu patrimônio.

A poupança, inclusive, não é considerada uma forma de investimento, pois, apesar da sensação de que o dinheiro está rendendo, na realidade, você perde cada vez mais o seu poder de compra. Isso ocorre porque os preços dos serviços e dos produtos do mercado crescem mais que a rentabilidade dela.

Para solucionar essa questão, existem diversos tipos de investimento que apresentam bons rendimentos e que são excelentes opções para valorizar o dinheiro que você deixa aplicado.

Os investimentos servem para as pessoas que desejam aumentar o patrimônio pessoal, ampliar a renda mensal, poupar dinheiro para casos de emergência ou até mesmo planejar a aposentadoria. Assim, são adequados para quem prefere expandir seu capital.

Da mesma forma que ocorre em todas as aplicações financeiras, existem muitos tipos de investimento que atendem a todos os perfis de investidores. Por essa razão, é preciso entender como cada um deles funciona, quais são seus riscos e suas vantagens, os valores envolvidos e as chances de ganhar dinheiro, pois somente dessa maneira você pode analisar qual deles se encaixa melhor no seu perfil.

3. Quais são os investimentos que estarão em alta em 2020?

Agora que você já sabe que os investimentos têm o objetivo de aplicar o capital a fim de colher benefícios futuros, veja quais estarão em alta em 2020 e prometem valorizar seu dinheiro de modo mais eficaz que a poupança!

3.1 Títulos públicos

Os títulos públicos pertencem ao Governo Federal e são emitidos pelo Tesouro Nacional, tendo como objetivo captar recursos para o financiamento das atividades públicas.

O Tesouro Direto, que atualmente é a maneira mais fácil e conhecida de se ter acesso aos títulos públicos, é um programa que permite que as pessoas físicas possam negociar esses títulos de forma simples e pela internet.

Dessa maneira, essa modalidade é uma espécie de empréstimo que você faz ao Governo Federal. Este, em contrapartida, lhe oferece um título de crédito com vencimento determinado.

Após o vencimento do prazo, em uma data preestabelecida, o Governo Federal devolve ao investidor o dinheiro que foi aplicado, com o acréscimo dos juros que foram determinados no momento do fornecimento do título.

Logo, essa forma de investimento é considerada de baixo risco, por estar atrelada ao Governo — um dos órgãos mais seguros de uma nação —, mas, em geral, não costuma ter um alto rendimento.

3.2 Ações

Esse é um dos tipos de investimento mais conhecidos, pois se trata de adquirir a parte disponível de uma companhia. Dessa maneira, ao obter ações, o indivíduo se torna sócio da empresa, porém sua participação é determinada pela quantidade que ele compra.

As ações, que são negociadas na Bolsa de Valores, têm o seu valor determinado pela oferta e pela procura e, por essa razão, são consideradas um investimento de alto risco, uma vez que, a qualquer momento, a empresa pode se valorizar ou se desvalorizar drasticamente.

3.3 Fundos de investimento

Esses fundos reúnem o dinheiro de diferentes indivíduos, chamados de cotistas, que aplicam em tipos de investimento distintos, como ações, imóveis, títulos públicos, entre outros, a depender da finalidade do fundo. Dessa forma, trata-se de uma modalidade coletiva de aplicação financeira.

Esse tipo de investimento é uma opção para as pessoas que não têm tempo de operar no mercado financeiro. No entanto, ao escolher essa alternativa, você coloca o seu capital sob a responsabilidade de outra pessoa, o gestor do fundo, figura responsável por realizar as aplicações e acompanhar o mercado, o que pode gerar certa insegurança.

3.4 LCI e LCA

Assim como o Tesouro Direto, por exemplo, a Letra de Crédito Imobiliário (LCI) e a Letra de Crédito do Agronegócio (LCA) também são investimentos de renda fixa. Em ambas, é possível prever ou conhecer a rentabilidade dos títulos, até mesmo antes de realizar a aplicação.

A LCI e a LCA são títulos emitidos por instituições financeiras e servem para captar recursos que serão usados nos setores do agronegócio e imobiliário. Contudo, assim como os demais investimentos de renda fixa, seus ganhos não costumam ser elevados, e é possível obter muito mais dinheiro investindo diretamente nos ramos mencionados.

3.5 Mercado imobiliário

Apesar de o mercado imobiliário ter enfrentado pequenas crises, investir em imóveis ainda é considerado um investimento seguro e rentável, uma vez que ano de 2020 apresenta um cenário extremamente positivo para o ramo.

Investir em imóveis residenciais, comerciais, terrenos ou até mesmo loteamentos é, historicamente, uma das formas mais tradicionais e seguras de investimento. Assim, quem aplica seu dinheiro de forma inteligente nesse ramo costuma obter excelentes resultados.

4. Investir em imóveis é uma boa opção?

O Brasil enfrenta um período de economia instável, e investir em algo seguro é uma excelente escolha no momento. O mercado imobiliário se apresenta como a melhor opção, pois, na Bolsa de Valores, quem arrisca pouco também ganha pouco e, assim, para obter ganhos consideráveis, deve arriscar muito e torcer para que tudo dê certo, já que é possível perder todo o capital investido.

Já o imóvel é um investimento seguro e sólido, que apresenta excelentes resultados e rentabilidade, sem a necessidade de arriscar seu capital. Ainda que haja épocas em que o ramo fique desaquecido e os preços dos empreendimentos estejam mais em conta para os compradores, é praticamente impossível que o bem se desvalorize a ponto de valer menos do que quando foi comprado.

Isso ocorre porque existem correções constantes no valor de um bem imóvel, o que faz com que seu preço aumente cada vez mais e o comprador não perca dinheiro com o investimento que realizou.

Independentemente da constante valorização, que pode ser maior ou menor em razão da economia, mas que sempre ocorre, ainda há a possibilidade de alugar o imóvel para aumentar a rentabilidade do investimento. O aluguel, além de gerar uma renda extra, também diminui os gastos com a manutenção do bem e evita que o imóvel fique inutilizado.

A locação permite que o proprietário do imóvel obtenha lucros extras e ainda consiga reverter parte do dinheiro recebido nos ajustes, que são fundamentais para manter o local sempre em boas condições e disponível para novos locatários. As pessoas que pensam em investir nessa modalidade, dependendo do caso, ainda têm a possibilidade até mesmo de viver exclusivamente com a renda gerada pelo aluguel do bem.

Dessa maneira, a valorização do imóvel sempre vai acontecer, mesmo que, às vezes, ocorra de forma lenta; contudo, ainda assim, ela ocorre. Logo, o atual cenário do mercado imobiliário está favorável, e hoje em dia é possível comprar um empreendimento por um preço mais baixo e revendê-lo, em poucos meses, por um valor mais alto.

Mesmo para as pessoas que não desejam realizar tal feito em um curto espaço de tempo, ainda é vantajoso investir em imóveis, pois a solidez da valorização de uma propriedade permite que o investidor não perca dinheiro.

5. Quais são os tipos de investimento em imóveis?

Se você pretende investir no ramo imobiliário, deve saber que existem diversos tipos de investimento que, em geral, podem ser classificados em: imóvel na planta, imóvel novo e imóvel usado, sendo que cada um deles tem suas vantagens e desvantagens.

Para que você escolha aquele que mais se encaixa no seu perfil de investidor sem cometer erros, vamos apresentar cada um deles. Confira!

5.1 Imóvel na planta

Muitas pessoas têm dúvidas sobre como financiar um imóvel. Porém, essa modalidade é, com certeza, a que permite tal prática com mais facilidade, já que os empreendimentos na planta são, em geral, parcelados durante todo o período de obras, e o preço da parcela é reajustado de acordo com o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC).

Especialmente nessa modalidade, é imprescindível realizar uma pesquisa prévia sobre os serviços anteriores que foram prestados pela construtora responsável pelo empreendimento, pois escolher uma boa empresa para construir um imóvel na planta é fundamental para evitar diversos problemas, como atrasos na obra e entrega de unidades com baixa qualidade.

Após o fim da construção do imóvel que foi comprado na planta, é entregue ao comprador um documento chamado Habite-se, que comprova que o empreendimento foi feito em conformidade com todas as exigências existentes e, por essa razão, pode ser habitado.

Com o referido documento em mãos, é possível realizar o financiamento do custo remanescente junto a instituições bancárias, nos casos em que o valor total não foi pago durante a construção do imóvel.

Nessa forma de investimento, o valor do empreendimento costuma ser menor, o que possibilita ao comprador vender o imóvel logo após sua entrega por um preço superior ao que foi pago, bem como resgatar o capital investido acrescido de lucro em um curto período de tempo. Essa, portanto, é a melhor opção para as pessoas que podem esperar pelo término das obras e pela entrega das chaves.

5.2 Imóvel novo

Um imóvel novo, que já teve sua obra concluída e a expedição do Habite-se, é uma boa alternativa para as pessoas que querem comodidade, têm condições de fazer um financiamento, dispõem de dinheiro guardado ou podem retirar o Fundo de Garantia.

Além disso, o imóvel novo tem fácil revenda, pois conta com encanamentos e rede elétrica modernizados. Inclusive, os custos com a manutenção do espaço (como os elevadores) são reduzidos, porque itens novos não costumam dar problema, e os empreendimentos, em geral, são feitos para proporcionar mais segurança.

É possível realizar um financiamento para investir no imóvel novo, por exemplo, e vendê-lo posteriormente por um preço superior ao pago, tendo a possibilidade de gerar lucros e ainda cobrir as parcelas remanescentes.

Os financiamentos realizam, em geral, parcelamentos por 20 ou 30 anos, que costumam ter seu valor reduzido gradativamente ao longo do tempo, além da possibilidade de obter descontos ao adiantar parcelas, por exemplo.

Além disso, empreendimentos recém-construídos contam com uma garantia que cobre determinadas falhas nos primeiros anos do imóvel, o que facilita a vida do proprietário, e também têm a segurança de que todos os itens do bem estão conservados e nunca foram utilizados, pontos que atraem diversos compradores.

Os imóveis novos, portanto, são boas opções para as pessoas que não têm tempo para aguardar o término da construção de um imóvel na planta, mas que desejam usufruir da comodidade que eles podem proporcionar, tanto para revenda quanto para moradia.

5.3 Imóvel usado

Os imóveis usados, tanto aqueles que são comprados à vista como os que são financiados, requerem atenção redobrada do comprador, pois, em algumas vezes, existe a necessidade de realizar pequenos consertos ou até mesmo grandes reformas, o que pode encarecer consideravelmente seu custo.

Assim, para não cometer erros ao comprar imóveis usados, o ideal é levar uma pessoa experiente e qualificada, como um perito, para avaliar a situação do bem e a necessidade de eventuais reformas e custos.

Até mesmo as pessoas que desejam alugá-lo para terceiros devem ter esse tipo de cuidado, uma vez que é dever do proprietário manter o imóvel em pleno estado de uso e conservação.

No entanto, essa pode ser uma boa opção para os investidores que contam com um capital de giro considerável e têm tempo e paciência para obras. Assim, eles podem adquirir um imóvel usado por um preço mais baixo e, após realizar a reforma, revendê-lo posteriormente por um valor superior ao que foi pago.

6. Quais são os riscos econômicos de se investir em imóveis?

O principal risco econômico do investimento no mercado imobiliário deve-se ao fato de que o ramo está suscetível a algumas variações, uma vez que sua volatilidade é maior que os investimentos em renda fixa, por exemplo.

No entanto, é válido ressaltar que, em geral, é vantajoso correr esse pequeno risco, pois os ganhos com a compra e a venda de imóveis podem ser bem maiores do que os auferidos com a renda fixa. Ainda assim, trata-se de um negócio seguro quando comparado aos investimentos de renda variável, como as ações.

Além disso, outro ponto para o qual o investidor deve atentar diz respeito às bolhas imobiliárias, momento em que o preço dos imóveis se torna impraticável, pois aumenta além da inflação e mais do que o poder de compra, acarretando a desvalorização de todo o ramo. Por isso, essa é uma situação que todos os que desejam investir em um imóvel devem observar, a fim de não ter prejuízos.

Todavia, é válido ressaltar que, de acordo com os especialistas, atualmente, o Brasil não corre o risco de sofrer com uma bolha imobiliária. Isso se dá porque o mercado cresce e não apresenta mostras de queda de preços, especialmente em razão do acesso ao crédito, que permite que muitas pessoas saiam do aluguel para adquirir a casa própria.

Por fim, ainda é preciso considerar outras questões que são capazes de valorizar ou desvalorizar um imóvel, como a localização e seu estado de conservação.

7. O que deve ser levado em consideração antes de começar a investir em imóveis?

Depois de escolher o tipo de imóvel e avaliar seus riscos, é preciso considerar mais alguns pontos antes de iniciar o investimento.

O primeiro passo que as pessoas que desejam investir no ramo imobiliário precisam dar é estudar o mercado, especialmente para se certificar de que a propriedade escolhida é capaz de gerar os lucros esperados.

Outros pontos que devem ser observados são a finalidade da aquisição e a utilização do imóvel. É possível optar pela aquisição de um imóvel com fim residencial, o que é um bom investimento, pois se trata da compra de um bem que pode ser usado pelo resto da vida, como o dono desejar. Além disso, no momento em que o proprietário desejar vendê-lo, pode receber por ele um valor maior do que o que foi pago.

Se a aquisição do imóvel tiver como objetivo revendê-lo ou alugá-lo, é importante que o investidor pesquise quais são os empreendimentos mais procurados e que mais geram interesse dos compradores no momento.

Tal ponto é muito importante, pois investir em um imóvel mal localizado e fora do padrão desejado pelos compradores pode não proporcionar o resultado esperado, uma vez que é capaz de despertar o interesse de um número menor de pessoas. Nesse caso, é relevante considerar a realização de reformas e melhorias no empreendimento, a fim de deixá-lo mais atrativo para o consumidor.

O aluguel é uma excelente opção porque, além de fornecer uma renda mensal, o imóvel continua sendo do proprietário, que pode solicitá-lo de volta ao inquilino quando desejar, seja para vendê-lo, seja para morar nele.

No entanto, a revenda é um método capaz de gerar lucro mais rapidamente, pois o investidor pode recuperar todo o capital que foi investido na aquisição do bem de uma só vez, além do lucro.

Assim como nos demais investimentos, para investir em um empreendimento imobiliário, é preciso entender as necessidades do mercado e ser cauteloso ao avaliar as opções disponíveis. Além disso, também é necessário entender as condições para o fechamento da compra e a previsão de gastos e ganhos, tanto futuros como atuais.

8. Conclusão

Para que o investidor não erre ao optar pelo empreendimento ideal, é imprescindível escolher uma construtora especializada e comprometida nos casos em que quiser investir em imóveis na planta ou novos, que costumam se apresentar como as melhores opções do mercado.

As pessoas que pretendem investir em um imóvel no litoral norte de São Paulo, como na cidade de Ubatuba, podem contar com a A3 Construtora e Incorporadora, uma empresa sólida e atualizada, referência na construção civil, que reúne experiência e capacidade criativa.

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Agora que você já conhece os tipos de investimento que existem e sabe quais são as opções do mercado imobiliário e suas vantagens, basta optar pelo imóvel que mais se encaixa no seu perfil de investidor e escolher uma construtora confiável para evitar problemas futuros.

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